Sábado, 22 de Setembro de 2007

Com estime

A clarisse acchou triste este blogs e mandou esta poesia,que agradeço. POENTES DE OUTONO Poentes de Outono são o sol em volteios! Alegres, dolentes de viva ansiedade... Varandas floridas de docilidade, E acordam na alma suaves enleios!... Poentes de Outono, quimeras, anseios Que trazem à mente tão doce Amizade De ledos poentes que inspiram Saudade E às aves que voam, tão tristes gorjeios! Poentes de Outono são telas de flores Pintadas por Anjos, nas tardes do dia, Pra vermos o Céu purpurino de cores! No mar transparente reflectem magia, Enfeitam os vales, que nem os pintores Tal qual Miguel Ângelo assim coloria! Clarisse Barata Sanches – Góis – Portugal A poesia da Clarisse está sendo muito apreciada no Brasil de onde tem recebido provas de muita amisade. Diz o povo que ningém é profecta na sua terra e a Clarisse não tem recebidos dos conterrânos o apreço a que faz jus.pelo que é uma consolação receber o apreço de gente de longe. è por isso que os poetas têm de criar o seu castelo onde vivem os seus sonhos. Um abraço do matos cruz 22de Setembro de 2007
publicado por matoscruz às 20:39
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Domingo, 16 de Setembro de 2007

Este mês Setembro 16

Noticias Dr.Torres Garcia Dia 9 de Setembro de 1937 faleceu O Dr .António Alberto Torres Garcia. Acabava de chegar vindo de Lisboa e Coimbra pela camioneta que o deixou na Fonte do Soito onde o esperavam a mulher Dona Bijú e os filhos , Maria Augusta, Isabelinha, Carlos Alberto e Terezinha. Chegados ao Adro sentou-se no muro, defronte da porta de sua casa, a conversar com a esposa e com a Maria Augusta, enquanto os outros filhos e eu que os acompanhava desde a Fonte do Soito brincávamos. Passados poucos minutos o Dr. Torres Garcia levantou-se atravessou a Rua, acompanhado pela dona Bijú, e sentando-se no segundo degrau da escada abriu os braços e deu um ai profundo suspiro. e caindo para o lado. Estava morto. Ainda chamaram o médico Dr. Bernardo, mas este só confirmou o óbito Assim se finou um dos mais importantes varzeenses. Morreu com 48 anos depois de muito ter servido a Pátria e de quem aiida muito se esperava. Setenta anos depois é com tristeza que lembramos esta data imortalizada numa placa colo0cada na casa onde nasceu e faleceu. Oitenta anos da freguesia Fez dia 27 de Julho 80 anos que a velha freguesia de São Pedro da Várzea a que honrosamente baptizaram Várzea de Góis, passou por decreto publicado, no Diário do Governo, passou a chamar-se Vila Nova do Ceira. Talvez o nome não tivesse sido o que melhor se ajustava à nossa realidade. Se fosse Várzeas do Ceira seria mais ajustado no nosso entendimento. Agora resta nos ajustar o nome à realidade e fazer da freguesia a Vila, nova e moderna, dinâmica que já tem nome mas carece de o ser de verdade. Depende de cada Varzeense, contribuir com um pouco de esforço para o conseguir.
publicado por matoscruz às 22:21
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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2007

Levadas das Várzeas 6-9-2007

Levantamento propriedades para rega Uma das grandes riquezas das várzeas é a abundância de água, para rega, mercê dos rios Ceira e Sótão, que banham as suas terras. Em 1941 só a levadas de Cima regava 180 dias de sementeira e de Baixo 179 e meio. Também as barrocas do Linteiro, Vale de Egas, Carpido, Carapinhal, Campelo, Formiga e outras, mais pequenas, contribuem para que grande parte da freguesia seja de rega, Para estabelecer a divisão das águas pelos proprietários das terras a Junta de freguesia, presidida por José Bernardo Carneiro, dia 25 de Junho de 1837 recebeu o juramento, sob os Santos Evangelhos, dos juízes das levadas de Cima, Alberto Joaquim Carneiro; de Baixo, Francisco António Torres; das Horas, António Joaquim Cortez; de Vilarões, José Fernandes; de São Silvestre, Estêvão dos Reis; para as Horas da Monteira, Francisco Manuel, das Balsas e Fontanheiro, Francisco Brás; do Naval, João Barata; e de Campelo João do Soito. No dia 29 do mesmo mês foi resolvido aplicar multas a quem cortar a águas sem licença e sem ser a de sua vez. Logo a seguir, dia 4 de Julho resolveu-se nomear louvados, homens de entendedores para lotarem à medida de cada prédio e área de semeadura e tempo necessário para rega de cada um. Foram nomeados para esse fim José Bernardo Carneiro, Luís Bernardo Carneiro e Alberto Joaquim Carneiro. Hoje à distancia de 170 anos ainda podemos admirar a inteligência desse senhores da Comissão que estabeleceram horários de justa distribuição das águas destas levadas. Tais medidas a que deram força legal as Posturas Camarárias, evitaram muitas brigas e aborrecimentos . No momento as terras em grande parte estão de relva mas aqueles que amanham algumas é que sabem dar o valor. Através dos tempos vários ardis foram empregues para subverter a lei uns com êxito outros falhados e sujeitos as multas. As levadas da cabeceira da freguesia serviram para ser credor de favores de quem juntava a sua água, de uma levada da Monteira, á de quem andava a regar cá por baixo.
publicado por matoscruz às 22:00
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